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Laboratório de Agrastat
Msd
Apresentação de Agrastat
fr. de 50 ml p/ infusão IV c/ 0,25 mg/ml; bolsa de 250 ml pronta para uso c/ 0,05 mg/ml
Informações sobre Agrastat
Agrastat (Cloridrato de tirofiban, MSD), um antagonista não peptídico do receptor de glicoproteína (GP) IIb/IIIa plaquetário, é um inibidor da agregação plaquetária. Farmacologia clínica Mecanismo de ação: a ativação, adesão e agregação plaquetária representam as etapas iniciais fundamentais para a formação dos trombos arteriais que se depositam sobre as placas ateroscleróticas rompidas. A formação do trombo é crucial na fisiopatologia das síndromes coronárias isquêmicas agudas, como a angina instável e infarto do miocárdio, bem como das complicações isquêmicas cardíacas após angioplastia coronária. Agrastat (Cloridrato de tirofiban, MSD) é um antagonista não peptídico do receptor de glicoproteína (GP) IIb/IIIa, o principal receptor plaquetário de superfície envolvido na agregação plaquetária. Agrastat (Cloridrato de tirofiban, MSD) impede a ligação do fibrinogênio ao receptor de GP IIb/IIIa, bloqueando desse modo a ligação cruzada das plaquetas e a agregação plaquetária.
Indicações de Agrastat
Agrastat (Cloridrato de tirofiban, MSD), em combinação com heparina, é indicado para pacientes com angina instável ou infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST (IMSEST) para prevenir a ocorrência de eventos cardíacos isquêmicos. É também indicado para pacientes com síndromes coronárias isquêmicas submetidos à angioplastia coronária ou aterectomia para prevenir a ocorrência de complicações coronárias isquêmicas relacionadas ao fechamento abrupto da artéria coronária tratada (veja POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO).
Contra Indicações de Agrastat
Agrastat (Cloridrato de tirofiban, MSD) é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente do produto. Como a inibição da agregação plaquetária aumenta o risco de hemorragias, Agrastat (Cloridrato de tirofiban, MSD) é contra-indicado para pacientes com hemorragia interna ativa, histórico de hemorragia intracraniana, neoplasia intracraniana, malformação arteriovenosa ou aneurisma e para pacientes que desenvolveram trombocitopenia após exposição ao Agrastat (Cloridrato de tirofiban, MSD).
Uso na Gravidez de Agrastat
Não há estudos adequados e bem controlados em grávidas. Agrastat deve ser utilizado durante a gravidez somente se o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto. Não se sabe se Agrastat é excretado no leite humano. Como muitos medicamentos são excretados no leite humano e em razão do potencial de efeitos adversos para o lactente, deve-se optar por descontinuar a amamentação ou o tratamento com Agrastat, levando-se em consideração a importância do medicamento para a mãe.
Interações Medicamentosas de Agrastat
Agrastat foi estudado em associação com aspirina e heparina. O uso de Agrastat em combinação com heparina e aspirina foi associado ao aumento de sangramentos quando comparado à aspirina e à heparina administradas isoladamente (veja REAÇÓES ADVERSAS). Deve-se ter cautela quando Agrastat for usado com outros medicamentos que afetam a hemostasia (por exemplo, varfarina) (veja PRECAUÇÓES, Precauções relativas a sangramento). Em estudos clínicos, Agrastat foi utilizado concomitantemente com betabloqueadores, bloqueadores dos canais de cálcio, antiinflamatórios não esteróides (AINEs) e preparações contendo nitratos sem evidência de interações adversas clinicamente significativas. Em um subgrupo de pacientes (n= 762) no estudo PRISM (Inibição dos Receptores Plaquetários no Controle da Síndrome Isquêmica), a depuração plasmática de tirofibana de pacientes que receberam uma das medicações mencionadas a seguir foi comparada à de pacientes que não a receberam. Não houve interações clinicamente significativas na depuração plasmática da tirofibana com: acebutolol, acetaminofeno, alprazolam, amlodipina, preparações contendo aspirina, atenolol, bromazepam, captopril, diazepam, digoxina, diltiazem, docusato sódico, enalapril, furosemida, gliburida, heparina, insulina, isossorbida, levotiroxina, lorazepam, lovastatina, metoclopramida, metoprolol, morfina, nifedipina, preparações contendo nitratos, omeprazol, oxazepam, cloreto de potássio, propranolol, ranitidina, sinvastatina, sucralfato e temazepam.
Superdosagem de Agrastat
Em estudos clínicos, a superdosagem acidental com tirofibana ocorreu em doses até 5 vezes e 2 vezes a dose recomendada para administração em bolus e infusão, respectivamente. A superdosagem acidental ocorreu em doses até 9,8 vezes a taxa de infusão de manutenção de 0,15 microgramas/kg/min. As manifestações de superdosagem mais frequentemente relatadas foram hemorragias, principalmente pequenos eventos hemorrágicos mucocutâneos e sangramentos menores nos locais de cateterismo cardíaco (veja PRECAUÇÓES, Precauções relativas a sangramento). A superdosagem com tirofibana deve ser tratada avaliando-se as condições clínicas do paciente e descontinuando ou ajustando a infusão da medicação, conforme apropriado. Agrastat pode ser removido por hemodiálise.
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Aqui você encontra a bula do medicamento Agrastat. Todas as informações sobre o medicamento Agrastat têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento com o medicamento Agrastat. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com o medicamento Agrastat devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.
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