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Referência de Lamivudina Solucao
Epivir (GSK)
Apresentação de Lamivudina Solucao
USO ADULTO E PEDIATRICO Solução oral Epivir é apresentado sob a forma de solução oral, contendo 10 mg de lamivudina por mL de solução. Frascos contendo 240 mL, acompanhados de medida dosadora Cada mL contém: Lamivudina .. 10 mg Veículo: sacarose, hidroxibenzoato de metila, hidroxibenzoato de propila, aroma artificial de morango, aroma artificial de banana, ácido cítrico anidro, propilenoglicol, citrato de sódio e água purificada q.s.p... 1 mL
Indicações de Lamivudina Solucao
Epivir está indicado para o tratamento da infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), em associação a outros agentes anti-retrovirais, em adultos e crianças
Contra Indicações de Lamivudina Solucao
O uso de Epivir é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida à lamivudina ou a qualquer componente da fórmula
Advertências sobre o uso de Lamivudina Solucao
Epivir não é recomendado para o uso como monoterapia. Os pacientes diabéticos devem levar em consideração que a dose de solução oral, para adultos, contém 3 g de sacarose. É importante avisar aos pacientes que ainda não foi comprovado que a terapia anti-retroviral atual, incluindo o Epivir, tem a propriedade de prevenir o risco de transmissão do HIV através de contato sexual ou de contaminação por sangue. É necessário continuar seguindo as precauções apropriadas. Os pacientes tratados com Epivir ou recebendo qualquer outra terapia anti-retroviral podem, mesmo assim, adquirir infecções oportunistas e apresentar outras complicações da infecção por HIV, razão pela qual devem ser mantidos sob rigorosa observação clínica por médicos experientes no tratamento de pacientes com doenças associadas ao HIV. Insuficiência renal Em pacientes com insuficiência renal moderada a grave, a concentração plasmática de lamivudina (AUC) é aumentada devido à diminuição do clearance. Portanto, a dose deverá ser ajustada (Ver Posologia). Pancreatite Foi observada a ocorrência de pancreatite em alguns pacientes tratados com Epivir. Entretanto, não se sabe ao certo se o desenvolvimento de pancreatite é devido ao tratamento medicamentoso ou à infecção por HIV subjacente. É necessário considerar a possibilidade de pancreatite toda vez que o paciente se queixar de dor abdominal, náusea e vômitos ou apresentar níveis elevados de marcadores bioquímicos. Deve-se suspender o uso do Epivir até que seja excluído o diagnóstico de pancreatite. Acidose lática/hepatomegalia grave com esteatose Foram relatados casos de acidose lática e hepatomegalia grave com esteatose (incluindo casos fatais) com o uso de antiretrovirais análogos de nucleosídeos, isolados ou em combinação, incluindo a lamivudina, no tratamento da infecção pelo HIV. A maioria dos casos ocorreu em mulheres. Sintomas clínicos que podem ser indicativos do desenvolvimento de acidose lática incluem fraqueza generalizada, anorexia e perda súbita de peso, sintomas gastrointestinas e respiratórios (dispinéia e taquipinéia) Deve-se ter cuidado ao administrar Epivir a qualquer paciente, especialmente àqueles que apresentem fatores de risco conhecidos para doenças hepáticas. O tratamento com Epivir deve ser suspenso em qualquer paciente que apresentar sintomas clínicos ou achados laboratoriais sugestivos de acidose láctica ou hepatotoxicidade (que deve incluir hepatomegalia e esteatose mesmo na ausência de elevação acentuada de trasaminase). Redistribuição de gordura Redistribuição/acúmulo de gordura, incluindo obesidade central, aumento da camada de gordura dorsocervical (buffalo hump), perda de gordura periférica e facial, aumento das mamas, elevação dos níveis de lipídeos séricos e glicose sanguínea tem sido observados, tanto separadamente como juntos, em alguns pacientes recebendo terapia antiretroviral (ver Reações adversas). Apesar de todos os membros das classes de medicamentos inibidores da protease e inibidores da transcriptase reversa análogos de nucleosídeo estarem sendo associados com um ou mais destes eventos adversos específicos, associados a uma síndrome normalmente conhecida como lipodistrofia, dados indicam que existem diferenças nos riscos entre os membros individuais das respectivas classes terapêuticas. Em adição, a síndrome lipodistrófica tem uma etiologia multifatorial, como por ex., o status da doença pelo HIV, idade avançada e duração do tratamento antiretroviral, todos desempenhando um importante papel, possivelmente sinergístico. As consequências a longo prazo destes eventos adversos são atualmente desconhecidos. O exame clínico deve incluir avaliação para sinais físicos de redistribuição de gordura. Deve ser considerada a quantificação dos lipídeos séricos e glicose sanguínea. Distúrbios lipídicos devem ser cuidados como clinicamente apropriado. Síndrome de Reconstituição Imune Em pacientes infectados por HIV com deficiência imune severa na ocasião do início do tratamento anti-retroviral (TAR), uma reação inflamatória a infecções oportunistas assintomáticas ou residuais pode surgir e causar problemas médicos graves ou o agravamento dos sintomas. Tipicamente, essas reações foram observadas nas primeiras semanas ou meses após o início do TAR. Exemplos relevantes são a retinite por citomegalovírus, infecções micobacterianas generalizadas e/ou focais e pneumonia por Pneumocystis jiroveci (P. carinii). Quaisquer sintomas inflamatórios têm de ser avaliados sem demora e o tratamento deve ser iniciado, quando necessário.
Uso na Gravidez de Lamivudina Solucao
Existem poucos dados disponíveis sobre a segurança do uso da lamivudina durante a gravidez. Estudos em humanos demonstraram que a lamivudina atravessa a placenta. Embora os estudos de reprodução em animais nem sempre forneçam uma previsão da resposta que irá ocorrer em seres humanos, os achados em coelhos sugerem um risco potencial de letalidade precoce do embrião. Têm havido relatos de elevações moderadas e transitórias nos níveis de lactato, que pode ser devido à disfunção mitocondrial, em neonatos e crianças expostos in utero ou pós-parto a inibidores da transcriptase reversa análogos de nucleosídeo (ITRNs). A relevância clínica de elevações transitórias no lactato sérico é desconhecida. Têm havido também relatos raros de desenvolvimento retardado, ataques epilépticos e outras doenças neurológicas. Entretanto, uma relação causal entre estes eventos e a exposição a ITRNs in utero ou pós-parto, não foi estabelecida. Estes achados não afetam as recomendações correntes para o uso da terapia antiretroviral em mulheres grávidas para prevenir a transmissão vertical do HIV. A administração de lamivudina durante a gravidez só deve ser considerada se os benefícios esperados forem maiores do que qualquer risco possível. Alguns profissionais de saúde recomendam que as mulheres infectadas pelo vírus HIV não amamentem seus filhos para evitar a transmissão do HIV. Após a administração oral, a lamivudina foi eliminada no leite materno humano em concentrações semelhantes às encontradas no soro (1 a 8 m g/mL). Uma vez que a lamivudina e o vírus HIV passam para o leite materno, recomenda-se que as mães em tratamento com Epivir não amamentem seus filhos. Categoria de risco na gravidez D.
Interações Medicamentosas de Lamivudina Solucao
A probabilidade de qualquer interação é baixa em virtude de o fármaco apresentar metabolismo limitado e ligação reduzida às proteínas plasmáticas, com clearance renal quase completo na sua forma inalterada. A lamivudina é predominantemente eliminada pela secreção catiônica orgânica ativa. A possibilidade de interação com outras drogas deve ser considerada, particularmente quando a principal via de eliminação for através da secreção renal ativa via transporte catiônico orgânico, como por exemplo a trimetoprima. Outras drogas, tais como a ranitidina e a cimetidina, são parcialmente eliminadas através deste mecanismo e não demonstraram interação com a lamivudina. É pouco provável que ocorram interações clinicamente significantes entre a lamivudina e drogas que são predominantemente eliminadas tanto pela via de secreção aniônica orgânica ativa ou pela filtração glomerular. Zidovudina: um aumento discreto na Cmax da zidovudina (28%) foi observado quando administrada em associação à lamivudina. Entretanto, a área sob a curva não foi significantemente alterada. A zidovudina não exerce também qualquer efeito sobre a farmacocinética da lamivudina (ver Características farmacológicas). Trimetoprima/sulfametoxazol : a administração de trimetoprima/sulfametoxazol, 160 mg/800 mg, aumentou a concentração da lamivudina em aproximadamente 40%, devido ao componente trimetoprima. No entanto, a menos que o paciente tenha alteração da função renal, nenhum ajuste de dosagem da lamivudina é necessário (ver Posologia). A lamivudina não exerce nenhum efeito sobre a farmacocinética da trimetoprima nem do sulfametoxazol. Os efeitos da associação da lamivudina com doses maiores de trimetoprima /sulfametoxazol para o tratamento da pneumonia pelo Pneumocystis jiroveci (P carinii ) e toxoplasmose não foram estudados. Zalcitabina: a lamivudina pode inibir a fosforilação intracelular da zalcitabina quando os dois produtos são administrados concomitantemente. Dessa forma, não é recomendado o uso de Epivir em combinação com zalcitabina.
Superdosagem de Lamivudina Solucao
Existem dados limitados sobre as consequências da ingestão de superdosagens em humanos. Não ocorreu nenhum caso fatal e os pacientes se recuperaram. Nenhum sinal ou sintoma específico foi identificado durante a superdosagem. Caso ocorra superdosagem, o paciente deve ser monitorado e deve receber tratamento de suporte padronizado, caso necessário. Uma vez que a lamivudina é eliminada através de diálise, a hemodiálise contínua pode ser usada no tratamento da superdose, apesar de não ter sido estudada.
Resultados de Eficácia de Lamivudina Solucao
Epivir reduziu em 50% a dosagem sérica do RNA-HIV1 em 75% dos pacientes quando usado isoladamente, e em 94% dos pacientes quando em combinação com a zidovudina.
Modo de Usar de Lamivudina Solucao
Mantenha o medicamento na embalagem original e conservado em temperatura entre 15ºC e 30ºC. Recomenda-se descartar a solução oral após um mês de aberto.
Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco de Lamivudina Solucao
Crianças com menos de 3 meses de idade Os dados limitados são insuficientes para recomendar doses específicas (ver Propriedades Farmacocinéticas). Pacientes idosos Nenhum dado específico é disponível. Entretanto, é aconselhável cuidado especial devido a várias alterações associadas a esta faixa etária, como diminuição da função renal e alteração dos parâmetros hematológicos. Pacientes co-infectados com o vírus da Hepatite B Estudos clínicos e o uso comercial de Epivir têm demonstrado que alguns pacientes portadores de hepatite B crônica podem demonstrar evidências clínicas ou laboratoriais de recorrência da hepatite, com a descontinuação do uso de Epivir, que podem ter consequências mais sérias em pacientes portadores de doenças hepáticas descompensadas. Se o uso de Epivir for descontinuado em pacientes co-infectados pelos vírus HIV e VHB, deve ser levada em consideração a monitoração periódica da função hepática e da replicação viral do VHB.
Armazenagem de Lamivudina Solucao
Mantenha o medicamento na embalagem original e conservado em temperatura entre 15ºC e 30ºC. Recomenda-se descartar a solução oral após um mês de aberto.
Dizeres Legais de Lamivudina Solucao
Fabricado por: GlaxoSmithKline Inc. - Mississauga - Ontário - Canadá Importado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda. Estrada dos Bandeirantes, 8.464 - Rio de Janeiro - RJ CNPJ: 33.247.743/0001-10 MS: 1.0107.0236 Farm. Resp.: Milton de Oliveira CRF-RJ Nº 5522
Data da Bula de Lamivudina Solucao
Sep 5 2007 12:00AM
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Aqui você encontra a bula do medicamento Lamivudina Solucao. Todas as informações sobre o medicamento Lamivudina Solucao têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento com o medicamento Lamivudina Solucao. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com o medicamento Lamivudina Solucao devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.
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Decisões relacionadas a tratamento de pacientes devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

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